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sexta-feira, 6 de abril de 2012

O começo de uma historia de Amor


O momento em que comecei a me interessar por matemática foi originado por um sentimento antagônico ao sentimento que dá prazer de estudar: o sentimento de apatia, tristeza e outros sentimentos que advêm depois da perda de alguém, que no meu caso foi a minha primeira namorada. Me sentia impotente e precisava de alguma coisa que me desse força, me sentisse vitorioso e não um perdedor. Até então eu era um bom aluno, tinha terminado o segundo grau aos trancos e barrancos, mas ainda assim com uma boa imagem por parte de meus colegas, pois eu não me esforçava para ser o melhor da classe, mas apenas passar de ano. 

Eu comecei a me tornar um autodidata e a matemática inclusive me impulsionou para estudar sozinho outros ramos, química, física, etc. Realmente, foi muito importante em minha vida. Infelizmente, não trabalho no ramo, mas um dia quem sabe. Hoje me dedico ao xadrez e a informática, trabalho como funcionário público e sou muito respeitado em todos os lugares pelo meu conhecimento de matemática. 

Várias pessoas me convidam para ser professor de matemática, mas não me considero um bom professor. Cheguei mesmo a ser professor por uma semana em uma escola aqui de meu bairro, mas logo depois que entraram de greve, abandonei. Mas a experiência foi legal, salvo os papeizinhos que jogavam nas minhas costas.

 Depoimento de Fabiano Pereira Ferreira

2 comentários:

  1. Olha só q diferentão vc! Os caras sempre dizem q perderam a namorada pq ficaram impotentes, já vc ficou impotente pq perdeu a namorada! Q mundo redondo, né?

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  2. São coisas da vida...
    mas ja superei tudo isso, agora é so curtição...

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