O momento em que comecei a me interessar por matemática foi originado por um sentimento antagônico ao sentimento que dá prazer de estudar: o sentimento de apatia, tristeza e outros sentimentos que advêm depois da perda de alguém, que no meu caso foi a minha primeira namorada. Me sentia impotente e precisava de alguma coisa que me desse força, me sentisse vitorioso e não um perdedor. Até então eu era um bom aluno, tinha terminado o segundo grau aos trancos e barrancos, mas ainda assim com uma boa imagem por parte de meus colegas, pois eu não me esforçava para ser o melhor da classe, mas apenas passar de ano.
Eu
comecei a me tornar um autodidata e a matemática inclusive me
impulsionou para estudar sozinho outros ramos, química, física, etc.
Realmente, foi muito importante em minha vida. Infelizmente, não
trabalho no ramo, mas um dia quem sabe. Hoje me dedico ao xadrez e a
informática, trabalho como funcionário público e sou muito respeitado em
todos os lugares pelo meu conhecimento de matemática.
Várias
pessoas me convidam para ser professor de matemática, mas não me
considero um bom professor. Cheguei mesmo a ser professor por uma semana
em uma escola aqui de meu bairro, mas logo depois que entraram de
greve, abandonei. Mas a experiência foi legal, salvo os papeizinhos que
jogavam nas minhas costas.
Depoimento de Fabiano Pereira Ferreira

Olha só q diferentão vc! Os caras sempre dizem q perderam a namorada pq ficaram impotentes, já vc ficou impotente pq perdeu a namorada! Q mundo redondo, né?
ResponderExcluirSão coisas da vida...
ResponderExcluirmas ja superei tudo isso, agora é so curtição...