O material manipulável é de grande importância para o ensino
matemático, pois aumenta o potencial dos alunos na aprendizagem. O jogo permite
uma aprendizagem significativa por parte dos alunos, visto que o jogo
possibilita que o aluno participe ativamente desse processo de aprendizagem,
observando, refletindo, concluindo, ou seja, vivenciando os conteúdos
matemáticos.
Segundo o Ministério da Educação ‘’ A prática de jogos, em
particular dos jogos de estratégia, de observação e de memorização, contribui
de forma articulada para o desenvolvimento de capacidades matemáticas e para o
desenvolvimento pessoal e social.’’ (ME-DEB, 2001. p.68)
Mostrarei nessa postagem como usar o conhecido jogo da velha
para o ensino de potenciação para alunos do 7° ou 8º ano. Para isso ele seguirá
os seguintes passos:
- Dividir a sala em grupos (dois ou quatro, de acordo com a quantidade de alunos), dois grupos por cartolina
- Cada grupo deverá escolher um símbolo para representá-lo (X ou O) e um componente do grupo, por rodada, para buscar a ficha e levar para o grupo resolver.
- O jogo da velha será desenhado numa cartolina, onde cada grupo deverá se posicionar em lados opostos;
- O grupo que começar deverá pegar uma ficha que estará sobreposta em cima da cartolina, as fichas devem ficar virada para que os participantes não as vejam;
- Após o grupo resolver a questão proposta na carta escolhida, pediremos para que ele a escreva no quadro de modo que todos vejam e assim todos analisem a veracidade do resultado. Se estiver resolvido corretamente este marcará a cartolina com o símbolo que representa seu grupo; Caso contrário passará a vez para o grupo oponente;
- Será feita uma jogada de cada vez;
- A equipe que fechar o ‘’ jogo da velha’’ primeiro ganha a partida.
Esse jogo ajudará a fixar as propriedades de potenciação,
além de mostrar como a matemática pode ser divertida ao despertar a curiosidade
do aluno. O jogo também melhora as relações dos alunos entre si e entre o
professor.
Referencias:
ME-DEB (2001). Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências
Essenciais. Lisboa: Ministério da Educação - Departamento da Educação Básica.

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